Histórico Espaço Parlapatões

O Espaço dos Parlapatões foi aberto ao público no dia 11 de setembro de 2006. Integrou-se rapidamente ao movimento cultural já existente na Praça Roosevelt tornando-a um marco na revitalização do centro paulistano.

Sua inauguração foi uma festa do teatro, que começou na rua onde o grupo foi recepcionado pelos vizinhos do grupo Satyros, com xícaras de açúcar nas mãos. Os Parlapatões, com aviões de brinquedo nas mãos fizeram a encenação de derrubar as torres gêmeas contra todos os preconceitos, abrindo as portas para o público. Além do coro Collegium Musicum, com regência do maestro Abel Rocha, atores convidados (Barbara Paz, Jairo Mattos, Marco Ricca, Rosi Campos e Marcelo Drummond) leram trechos de peças da companhia, num evento que se encerrou a as palavras de José Celso Martinez Correa, do Teatro Oficina, numa celebração histórica.

Isso foi só o começo. Hoje, são mais de 40 espetáculos por ano, entre peças dos Parlapatões e de grupos convidados. O Espaço Parlapatões funciona de terça a domingo, abrigando em torno de entre 06 e 08 diferentes peças em cartaz.

Além disso, realiza uma série de eventos, mostras e festivais como: Palhaçada Geral; Festival de Cenas Cômicas; Bonecos no Palco; Comediantes em Pé de Guerra; Festival de Peças de UM MINUTO; Mostra de Solos e Farsas de Natal.

Shows musicais também integram a programação com: Vitrine Parlapatões; Sarau dos Imigrantes e Todo Domingo Tem.

O Espaço Parlapatões também abriga a livraria Giostri, especializada em autores nacionais, com ênfase em dramaturgia brasileira contemporânea. Nesta parceria são realizados lançamentos de livros da Giostri, de diversas editoras e de edições independentes.  Junto à Editora Giostri os Parlapatões também promovem: o Concurso de Poesia Falada e o Concurso de Contos, que resultam em publicações das obras dos autores premiados.

O Espaço Parlapatões ainda participa em eventos especiais como as Satyrianas e a Virada Cultural.

Destacado pela imprensa especializada em cultura o Espaço dos Parlapatões está na rota cultural dos paulistanos e de turistas brasileiros e estrangeiros.